quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Assim seja.

Dizem por aí, que a esperança é a última que morre. Talvez ela só iluda.
Eu queria tanto acreditar que o que eu sei não é verdade, que eu vou acordar e receber a notícia de que tudo voltou ao normal.

Poxa, é muito azar Carolina!

É muita burrice!

É acreditar demais na sorte!

Eu quero fugir para um dos quadros de Monet, me perder na cores de Kandinsky, e ser segura dos meus sentimentos como Caio F. Abreu.

Eu quero voltar aqui com a certeza de que meu ano será como programei. Não com a exatidão de quem resolve um problema de álgebra, mas com a volúvel aparência de quem sonha.

Seja o que Deus quiser.

Boa sorte a mim.