Dizem por aí, que a esperança é a última que morre. Talvez ela só iluda.Eu queria tanto acreditar que o que eu sei não é verdade, que eu vou acordar e receber a notícia de que tudo voltou ao normal.
Poxa, é muito azar Carolina!
É muita burrice!
É acreditar demais na sorte!
Eu quero fugir para um dos quadros de Monet, me perder na cores de Kandinsky, e ser segura dos meus sentimentos como Caio F. Abreu.
Eu quero voltar aqui com a certeza de que meu ano será como programei. Não com a exatidão de quem resolve um problema de álgebra, mas com a volúvel aparência de quem sonha.
Seja o que Deus quiser.
Boa sorte a mim.


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